Como funciona o gerador

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Nós te ajudamos com respostas para as perguntas mais frequentes.

  • Como posso saber a solução ideal para mim?

    Para encontrar a solução ideal para você, é necessário entender qual tipo de produto se adequa à sua situação.  

    Consulte uma de novas revendas autorizadas para descobrirmos juntos qual o melhor gerador e plano de pagamento para seu caso.  

    A revenda Intelbras cria o projeto inicial e envia para você. Caso você demonstre interesse, o próximo passo é a realização da visita técnica. Assim, avaliamos o local e descobrimos a melhor maneira para instalar o sistema de energia solar e definir um projeto final. 

     
     
     
  • A energia solar é afetada em dias de chuva?

    Em dias chuvosos, os geradores continuam produzindo energia, mas em proporções menores. Isso acontece por que, em dias nublados ou chuvosos, a incidência de luz é menor. Geralmente, a energia gerada continua sendo o suficiente para manter o funcionamento do local. 

     
     
     
     
  • Posso produzir energia e continuar recebendo energia da companhia elétrica?

    Sim. Durante a noite o sistema não produz energia, mas fique tranquilo. Como você ainda está conectado com uma rede de energia elétrica, a concessionária poderá fornecer energia para suprir a produção, caso seja necessário. 

     
     
     
  • Como funciona a compensação de energia

    O aproveitamento de fontes renováveis de energia pode ser considerado uma tendência no mundo todo. E o Brasil se beneficia nesse cenário, especialmente em relação à energia solar fotovoltaica pois, por ser um país tropical, tem ampla incidência de raios solares. Mas você sabia que além de ser sustentável, essa fonte energética pode gerar economia por meio da compensação de energia solar? É o que vamos explicar na sequência!

    Em países com alta incidência solar, em especial aqueles próximos à linha do Equador, essa energia é uma opção viável e eficiente. Esse é o caso do Brasil. Contudo, ainda hoje a matriz energética brasileira é baseada nas grandes hidrelétricas, que além de terem alto impacto ambiental, dependem de condições climáticas ideais para funcionarem a pleno potencial. Nesse modelo, uma escassez de chuvas, por exemplo, inevitavelmente afeta o fornecimento de energia.

    O modelo centralizado em hidro e termoelétricas oferece diversas limitações que impedem a energia de chegar a todos. Com isso, o Brasil tem uma grande demanda reprimida de energia.

    Este fenômeno ocorre, em grande medida, devido à incapacidade do sistema de acompanhar o crescimento da industrialização e o aumento da demanda, somada à instabilidade das redes de distribuição e transmissão e à oferta reduzida de fontes alternativas. Assim, além de não conseguir garantir energia para a totalidade do território, o país vive em constante ameaça de sobrecargas no sistema, o que justifica a busca por um modelo tecnológico diversificado.

    Isso pode ser encontrado nas fontes alternativas. A energia solar se apresenta como solução capaz de diminuir a demanda reprimida e otimizar a distribuição e a transmissão de energia, uma vez que viabiliza a geração distribuída, ou seja, a geração de energia próximo ou no local de consumo.

    Com custo acessível e facilidade de instalação, a energia solar pode ser gerada em pequenas unidades produtoras autossustentáveis que, integradas com as centrais de energia elétrica, geram economia ao distribuir racionalmente os excedentes de sua produção. Isso promove o aumento do acesso e a capacidade de ampliar operações das mais variadas naturezas.

  • Qual a diferença entre aquecimento solar e energia solar?

    Aquecimento solar é o sistema que utiliza a energia fornecida pelo sol exclusivamente para esquentar a água a ser utilizada em uma casa ou ambiente comercial. Já a energia solar é a aplicação do que é captado pelos painéis fotovoltaicos para a produção de eletricidade, expandindo o uso para diversas finalidades. Esses conceitos são semelhantes por dependerem da luminosidade e do calor solares para que os resultados sejam alcançados, entretanto, os seus funcionamentos são diferentes e dependem de componentes específicos.

    Muitas casas brasileiras têm placas instaladas no telhado, mas nem todas servem para produzir energia elétrica. O sistema mais comum, por conta do preço convidativo, é o que usa placas escuras para aquecer a água e armazená-la em um recipiente especial. Apesar disso, a realidade está mudando e o preço dos sistemas de geração de energia elétrica fotovoltaica tem se tornado mais barato e feito a relação custo-benefício valer a pena.

    Ainda que exista relativa diferença entre os valores de instalação, o objetivo de economizar dinheiro com a conta de luz acaba sendo tanto por um quanto por outro (em diferentes proporções). Ao usar um conjunto de placas para esquentar a água, torna-se possível reduzir drasticamente o consumo da energia gasta pelo chuveiro elétrico — um dos itens que mais consomem eletricidade quando usados. Porém, mais do que isso, quem opta por instalar um sistema completo de geração fotovoltaica, em casa ou na empresa, passa a ser um microgerador de energia e obtém ganhos ainda maiores com a redução da conta de luz, já que além de converter a luz do sol para consumo no próprio imóvel, pode disponibilizar o excedente para a rede e obter créditos com o insumo.

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